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Prótese removível: o que é preciso para confeccionar próteses mais precisas e adaptadas?​

A Prótese Parcial Removível (PPR) é uma alternativa para pacientes que apresentam perdas múltiplas de elementos dentários e, dependendo das condições bucais e financeiras do mesmo, é a única alternativa viável. Portanto, é importante saber como obter próteses mais precisas, melhor adaptadas e com mais longevidade, aumentando a qualidade de vida do paciente.​​

Alguns estudos, entretanto, relatam que cerca de 50% das PPRs realizadas não são utilizadas pelos pacientes, pois eles não conseguem se adaptar. Isso pode acontecer por falta de planejamento adequado, por falta de preparo da boca do paciente, qualidade insatisfatória da prótese removível, entre outros.​​

Quais os principais desafios neste tipo de tratamento?​​

Grampos metálicos podem ser um grande empecilho para a aceitação da prótese, já que a estética pode ficar comprometida – mas, em alguns casos, o uso dos grampos é fundamental. É importante conversar com o paciente para que ele compreenda a necessidade do material.​​

Outro grande desafio é a caracterização das gengivas, pois ela deve ficar o mais natural possível, representando de forma fiel um sorriso orgânico. Além disso, o suporte labial pode estar comprometido devido à perda do tônus muscular, e isso deve ser avaliado no momento do planejamento da prótese removível.​​

Mas então, o que é preciso para confeccionar uma prótese removível com excelência estética e funcional?​​

O planejamento é imprescindível! Para confeccionar uma prótese removível que se adapte adequadamente à boca do paciente por longos anos, é importante conhecer os princípios biológicos e mecânicos que envolvem a confecção da mesma.​​

Além disso, a experiência clínica do dentista responsável e a experiência do laboratório também são imprescindíveis. A execução de cada um dos passos deve ser cautelosa, feita com extrema atenção e nenhuma das etapas pode ser negligenciada, como por exemplo a fundição, a injeção do metal no molde de revestimento, a desinclusão da estrutura metálica, o acabamento e polimento, a montagem dos dentes, entre outros.

O sucesso deste tipo de reabilitação protética depende de uma harmonia e comunicação eficiente entre dentista e TPD, além da colaboração do paciente quanto ao uso insistente da prótese removível até a adaptação.​​

A comunicação é de extrema importância, tanto em relação ao paciente, quanto em relação ao dentista e laboratório. É fundamental entender qual a rotina do paciente, tanto para orientá-lo sobre os hábitos corretos, quanto para compreender o que pode prejudicar a adaptação da prótese e a aceitação dela. Além disso, ao solicitar o trabalho com o laboratório, o dentista não deve deixar nenhuma informação de lado, pois isso influenciará no trabalho do TPD.​​

O planejamento das próteses parciais removíveis é complexo e exige técnicos especialistas no assunto para que o resultado final seja funcional. Muitos fatores devem ser levados em conta, como a dinâmica da mastigação, os dentes de suporte e o desenho da estrutura metálica para impedir a movimentação da prótese quando estiver em função. ​​

Poder contar com um laboratório experiente é essencial, por isso nós investimos em tecnologias de ponta e em aprimoramento técnico constante para sempre oferecer as melhores soluções em próteses.