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Afinal, o fluxo digital traz maior adaptação marginal para as próteses?

A introdução da tecnologia na odontologia vem trazendo uma série de vantagens como praticidade, rapidez, resultados mais estéticos e mais previsíveis. Mas será que todos esses benefícios também impactam a longevidade dos tratamentos? Quando o assunto são as coroas, a adaptação marginal tem um papel-chave no sucesso de longo prazo. Quanto melhor a acuidade marginal, menor será a espessura da película de cimento, o que favorece a adaptação da prótese à raiz, que é uma área crítica à inflamação gengival, retenção de placa bacteriana e recidiva de cárie. Uma prótese mal adaptada por trazer dissolução do agente cimentante, o que gera a microinfiltração, podendo levar à hipersensibilidade e à inflamação periodontal. Por isso há uma corrida na odontologia em busca de novas técnicas, materiais e tecnologias capazes de melhorar a precisão das peças protéticas. Os métodos de confecção de prótese por CAD/CAM vêm continuamente sendo aperfeiçoados e ganhando espaço na odontologia, mas será que eles são tão bons ou melhores que os métodos convencionais? A técnica prensada, até então amplamente utilizada, consiste em derreter a cerâmica (como, por exemplo, dissilicato de lítio) e injetá-la em um molde com o formato de um coping ou dente. Para criar esse molde são usados padrões de cera ...

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Influência das próteses totais na disfunção temporomandibular

Apesar do desenvolvimento da odontologia preventiva e da ascensão dos implantes ainda é comum encontrarmos uma gama de indivíduos que necessitam de reabilitação com próteses totais. Segundo algumas pesquisas, a disfunção temporomandibular (DTM) pode estar presente em pacientes desdentados totais. Não existe um motivo único para a etiologia da DTM, mas podem ser consideradas as suas causas: fatores de trauma, fisiopatologias, questões psicossociais e considerações anatômicas (fatores oclusais e relações interarcos). Ao pensarmos em pacientes portadores de próteses totais, a sua oclusão depende diretamente das condições protéticas, já que próteses mal adaptadas, antigas e com desgastes acentuados apresentam alterações e instabilidades oclusais. Uma situação bem comum para os portadores, a falta de estabilidade oclusal e a má adaptação, somadas ao desgaste próprio dos dentes acrílicos acarretam perda de DVO (dimensão vertical de oclusão), fazendo com que o côndilo gravite e conquiste uma posição posterior e superior, condensando a zona bilaminar, responsável pelo suprimento sanguíneo e pela nutrição da articulação temporomandibular. Por isso, o cirurgião-dentista deve atentar à avaliação da DTM em pacientes portadores de próteses totais superiores com perda de DVO, pois esse quadro pode alterar todo o sistema articular e muscular, acarretando dores ou desconfortos orofaciais e possíveis lesões ao sistema estomatognático. O tratamento protético ...

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