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Diabetes mellitus e periodontite: cuidados que o dentista deve tomar

A diabetes mellitus e a periodontite são doenças que se inter-relacionam, representando um exemplo de como uma doença sistêmica pode predispor a uma infecção oral. Estudos mostram que a diabetes é um fator de risco para o aparecimento da doença periodontal, uma vez que permite o agravamento do controle glicêmico e a diminuição das defesas. A periodontite se caracteriza pela perda das estruturas de suporte dos dentes, como osso alveolar, ligamento periodontal e cemento radicular. Trata-se de uma doença multifatorial, isto é, associada a fatores ambientais, genéticos e comportamentais que possibilitam o desequilíbrio entre a agressão bacteriana e o corpo. Já a diabetes, por sua vez, consiste em doenças que afetam o metabolismo por meio da hiperglicemia (aumento do açúcar no sangue). Os três principais tipos são: tipo 1, relacionado à destruição autoimune das células do pâncreas produtoras de insulina; tipo 2, quando os receptores de insulina não conseguem reconhecer a substância; e diabetes gestacional. Na América Latina, a diabetes mellitus figura como um dos principais problemas de saúde pública, assolando quase 19 milhões de pessoas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), sua incidência tende a ser maior nos países em desenvolvimento, a exemplo do Brasil, como consequência da mudança de hábitos ...

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O que você ainda pode não saber sobre os anti-inflamatórios

Você sabia que os anti-inflamatórios não hormonais representam a classe de medicamentos de maior aplicação dentro da clínica médica/odontológica? Em sua composição, grupos químicos agem na diminuição da temperatura corporal, controle da dor e modulação da inflamação. Assim, a resposta do sistema imunológico a uma infecção ou lesão dos tecidos tem como objetivo o transporte de células de defesa até a região afetada, eliminando os agentes agressores. Com uma publicação sistemática, a Revista Brasileira de Ciências da Saúde diz que a ação de tais fármacos inibe a enzima ciclo-oxigenase (COX). Essa descoberta gerou a expectativa de que os efeitos adversos seriam drasticamente reduzidos e de que as propriedades benéficas do medicamento seriam mantidas. No entanto, a partir da análise das duas principais isoformas, COX-1 e COX-2, podemos identificar algumas características que diferenciam essas enzimas e contrariam as expectativas. A primeira é constituinte do corpo, enquanto a segunda só é produzida a partir de um estímulo inflamatório. A inibição da COX-1 gera efeitos deletérios nas células epiteliais do trato gástrico, entrando em conflito com os benefícios dos medicamentos em estudo. Assim, tenta-se criar um anti-inflamatório específico que diminui apenas a ação da COX-2. Entretanto, essa isoforma influencia a coagulação sanguínea, tornando sua inibição ...

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Como obter estética personalizadas na odontologia digital?

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética, o mercado odontológico estético cresceu a um número superior a 300% nos últimos três anos. Em tal contexto, as cerâmicas possuem grande destaque nesse mercado, pois são os materiais que hoje melhor mimetizam a estrutura dental, apresentando inúmeras vantagens, como estabilidade de cor, biocompatibilidade e resistência à abrasão. As cerâmicas são o material de eleição para quem busca alto nível estético. Como aliar estética às peças produzidas por fluxos automatizados digitais na odontologia? Leia o e-book que preparamos para você: https://bit.ly/2T33YaG Boa leitura!

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