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Pesquisadores encontram possível substituto do amálgama.

Ainda que polêmico, o amálgama continua a ser o padrão de atendimento em alguns países em desenvolvimento. Um novo estudo, entretanto, pode ter encontrado um substituto viável para ele. Os pesquisadores de Brasília compararam as diferenças de custo entre o amálgama e as restaurações de cimento de ionômero de vidro de alta viscosidade (HVGIC) e concluíram que este poderia ser considerado uma alternativa viável ao amálgama. A pesquisa é importante pois o amálgama ainda é um material restaurador de escolha no Brasil; estamos vivendo, porém, sua fase final mundial, que entrou em vigor em agosto de 2017. O estudo comparou os custos entre o amálgama e restaurações HVGIC e as consequências das falhas das restaurações ao longo de três anos. A análise preditiva dos dados concluiu que o amálgama seria custo-efetivo em 49,2% do tempo, em comparação com 50,6% com HVGIC em um limiar de custo de $237 por falha prevenida.   Fonte: Dental Tribune

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Mocinho ou vilão? Café pode ser um amigo da sua saúde.  

O Instituto Nacional de Saúde dos EUA afirma que quem toma café vive mais do quem não toma. A bebida é estimulante, pois age no sistema nervoso central, deixando a pessoa em estado de alerta. Estudos apontam que o café pode reduzir o AVC em mulheres, reduzir em 10% as doenças cardiovasculares (como infarto, morte cardiovascular). Já pesquisas feitas em ratos mostram que ele também protege contra o mal de Parkinson e Alzheimer. A cafeína é conhecida por seus efeitos estimulantes e geralmente é associada a melhora no estado de alerta, na capacidade de aprendizado e de concentração e no aumento de energia (ou resistência ao esforço físico). Por outro lado, o café traz malefícios para pessoas que tem sensibilidade à cafeína, atrapalhando o sono, irritando o estômago e sendo prejudicial às pessoas que têm arritmia. Pílulas de cafeína não trazem o mesmo benefício que o café. Quem toma, tem um risco maior de ter algum problema cardíaco. O maior risco é para aqueles que não tem o costume de ingerir a bebida e podem sentir mais efeitos colaterais em caso de grandes quantidades.   Fonte: G1

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China desenvolve robô que fazem consultas.

Uma empresa chinesa desenvolveu um robô capaz de fazer diagnósticos. O ‘Doutor Assistente IA’ iniciou recentemente um estágio num hospital da China e em breve deverá começar a dar consultas. O robô, criado pela empresa Shenzhen-listed iFlytek em parceria com a Universidade de Tsinghua, deverá funcionar como um assistente das médicas e produzir relatórios digitais após ouvir as consultas e rever o histórico dos pacientes, além de fazer prescrições com base no histórico de outros pacientes. Esse é o primeiro robô do mundo a obter licença para exercer medicina, depois de ter passado nos exames de medicina nacionais da China. Todos os diagnósticos, porém, terão que ser aprovados e assinados por um médico. Fonte: Saúde Oral http://www.saudeoral.pt/medicos-dentistas/chineses-criam-robot-da-consultas/

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Baixo índice de gorduras e calorias pode manter cérebro jovem.

A restrição de calorias e gorduras podem conter o envelhecimento cerebral e ajudar na prevenção de doenças associadas, como Alzheimer e outras demências, diz estudo publicado na Frontiers in Molecular Neuroscience. Os pesquisadores também demonstraram que essas dietas são relativamente mais eficazes na prevenção do envelhecimento que a prática de atividade física. A restrição calórica diminui as inflamações no cérebro que levam ao envelhecimento e a problemas no pleno funcionamento neurológico. Uma questão é que esses os ratos do estudo tiveram basicamente essas dietas ao longo da vida: outros estudos seriam necessários para avaliar se a adoção dessas dietas mais tarde na idade adulta, por exemplo, poderiam reverter os efeitos de hábitos alimentares anteriores. Fonte: G1. https://g1.globo.com/bemestar/noticia/dietas-com-poucas-calorias-e-baixa-gordura-podem-retardar-envelhecimento-do-cerebro-sugere-estudo.ghtml

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Quais as tendências em odontologia para 2018?

Tecnologias, técnicas de marketing digital e na oferta de cuidados de saúde personalizados – confira algumas das tendências da odontologia para 2018. Tratamentos avançados com recursos tecnológicos Cada vez mais clínicas vão passar a recorrer à tecnologia CAD/CAM e a impressões digitais. Essa tecnologia não só proporciona uma experiência mais confortável para o paciente como facilita a comunicação e o envio de arquivos diretamente para os laboratórios, reduzindo significativamente o tempo de espera. Além disso, o número de repetições dos processos é reduzido. Tecnologia cone-beam O contínuo interesse pela implantodontia vai fazer com que cada vez mais clínicas invistam em tecnologia cone-beam. Trabalho multidisciplinar Têm crescido a tendência de que profissionais da saúde trabalhem em conjunto, e não mais em consultórios isolados. Isso permite dividir custos, ter acesso a uma maior carteira de clientes e mais capital para aplicar em marketing, coaching e consultoria. Marketing digital Com a crescente importância dos smartphones, os pacientes esperam que a clínicas dentária tenha um site onde as consultas possam ser agendadas online. Isso pode representar um investimento no website por parte da clínica, que deve ainda apostar em conteúdos de qualidade. Cada vez mais os pacientes gostam de estar informados antes de uma consulta, principalmente quanto aos procedimentos realizados e ao ...

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Novo antibiótico é capaz de combater superbactéria

Uma nova pesquisa, divulgada na publicação científica Nature Microbiology, dá esperança na corrida para encontrar antibióticos mais efetivos. Pesquisadores da Rockefeller University, em Nova York, descobriram em amostras do solo recolhidas em diversos pontos dos Estados Unidos uma nova família de antibióticos com potencial para combater infecções difíceis de tratar. O chão está repleto de micro-organismos vivos com potencial para produzir componentes terapêuticos, incluindo antibióticos. Testes mostraram que os compostos naturais, chamados de 'malacidins', foram capazes de debelar uma série de doenças bacterianas que se tornaram resistentes à maioria dos antibióticos, entre elas a superbactéria MRSA (sigla em inglês que se refere à Staphylococcus aureus, que é resistente à meticilina).

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