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Bifosfonatos podem prejudicar tratamentos com implantes

Um estudo publicado na revista científica Journal of Oral Implantology teve como foco a utilização de bifosfonatos no tratamento de perda óssea e no seu efeito na qualidade da mandíbula. O estudo do Kanagawa Dental University Hospital e da Tokyo Medical and Dental University contou com uma amostra de 25 mulheres com 60 ou mais anos de idade que foram diagnosticadas com osteoporose e que foram submetidas a cirurgias de implantes dentários na mandíbula entre janeiro de 2010 e março de 2013. As mandíbulas das pacientes foram comparadas com recurso a tomografias computadorizadas para analisar a densidade mineral óssea, a espessura cortical do osso e os efeitos da duração da terapia à base de bifosfonatos nestes dois fatores. Os resultados revelaram que no grupo de pacientes que faziam uso de bifosfonatos,11 pacientes com um total de 25 implantes dentários, houve falha em três implantes (11,1%). No grupo de pacientes que não se submeteram à terapia com bifosfonatos, todos os implantes sobreviveram. Além disso, o grupo de pacientes em terapia com bifosfonatos apresentou uma densidade mineral óssea superior aos pacientes do outro grupo. Já nas pacientes em terapia com bifosfonatos há mais tempo, encontrou-se uma espessura cortical do osso superior às demais pacientes. Fonte: Saúde Oral.

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Música pode colaborar contra a ansiedade em tratamentos odontológicos

Um estudo publicado pela revista Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine revelou que o uso de fones de ouvido durante o tratamento odontológico pode colaborar com o bem-estar daqueles que sofrem de ansiedade nesse momento. A pesquisa foi realizada com 50 pacientes que passaram por um tratamento endodôntico. A metade que ouviu música durante o procedimento sofreu menos do que aqueles com atendimento convencional. Os resultados foram obtidos por meio da medição da concentração de cortisol, hormônio que avalia o estresse, e também pela frequência cardíaca. O primeiro aspecto não mudou; já o coração bateu em menor velocidade, gerando menos estresse. Fonte: Terra Saúde.

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